5 de abr de 2011

A festa, é navegar na escuridão.
Se abre uma frestra e um novo portão.
E nada mudou, as frases são as mesmas
é sentir pena, é se entregar, é um perdão.
Um olhar que brilha, que ensina
prepara tudo e nada fica no lugar.
Nada tãoo forte ou capaz de mudar.
É só um acorde em meio a canção.
Nessa chegada, o ponto de partida
o encontro final.
Somente um sinal.
mas o sinal se fecha e uma mão acarícia
na melodia viver.
E o que tanto temer?
Se de tantas maneiras
saídas, fugas, clareiras.
Então, bem longe correr.
Corre o risco.
E nada entender.

31 de mar de 2011

Tento seguir em frente, tento entender o que se sente
quando não ha mais o que sentir, onde seguir.
Envolto ao vazio não pode encontrar.
E quando se mostra um caminho
procura um outro lugar.
Me expondo, eu me escondo ainda mais.
E o que não cabe mais
se esconde atrás
de um olhar sem brilho, de uma chuva de verão.
Só um passo na escuridão.
Ocultando toda e qualquer magia, que um sonho encantou.
E tudo parou...
Na mesma estrada...
Que se encontra em cada madrugada
oposto a tudo que lhe cai bem
com todos, ou com ninguém.
Quem sabe poder entender
que em meio a palavras
uma lagrima surpreender